domingo, 14 de outubro de 2018

ORAÇÃO DO PROFESSOR! EM HOMENAGEM AO DIA DO MESTRE AMANHÃ,15 DE OUTUBRO!

Dai-me, Senhor, o dom de ensinar!
Dai-me esta graça que vem do amor.
Mas, antes do ensinar, Senhor, dai-me o dom de aprender.
Que o meu ensinar seja simples, humano e alegre.
Que minha sabedoria ilumine e não apenas brilhe.
Que o meu saber não domine ninguém...
Mas leve à verdade!
Que meus conhecimentos não produzam orgulho...
Mas cresçam e se abasteçam da humildade!
Que minhas palavras não firam e não sejam dissimuladas...
Mas animem as faces de quem procura a luz!
Que minha voz não assuste, mas seja a pregação da esperança.
Dai-me, Senhor, a sabedoria do aprender!!!
E deixai-me ensinar para distribuir a sabedoria do amor!
Amém!


quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Agonia da Rosa..._Lindo poema de Celso Brasil

Mulher...sofres em companhia de quem não sabe te amar?
De quem não conhece a poesia que há no depois de se dar? 
Mulher... sofres o desprezo após transvestires em objeto?
Depois de, com tanto enlevo,doares teu ser por completo?  
Pseudo companheiro saciado...
Não vês que depois continua pulsando o carinho calado nas veias daquela ainda nua!?  
Onde estarão os lindos versos escritos em tempos de outrora?
Estrofes mostravam o inverso o que tu te mostras agora! 
Por que te viras e finges não ter o afago, a magia?
Perdeste o ensejo sublime de transformares em poesia?  
Exiges daquela, que usurpas,prazeres para ti somente? 

Assim, tu não amas! 
Estupras!
Violência... coração demente...  

Mulher, que choras à míngua na morte da doce ilusão...

Perdoa esse ser que ainda não sabe o que é paixão! 
SENHOR! Perdoa os brutos que ainda não sabem amar!
Tua bela criação sofre o luto na morte do verbo sonhar!
Mulher... criação divina!
Vem meu peito regar com lágrimas de tua sina... 
Quero te consolar! 
Declamo meus versos e prosas para teu peito ferido!
Permita-me enchê-lo de rosas, curar-te o coração combalido!







quarta-feira, 3 de outubro de 2018

A CRIANÇA QUE EU NÃO FUI...

A criança que eu não fui aflora agora, após quase meio século de vida.
Eu acreditei que pudesse abafá-la para todo o sempre e nunca levei a sério todos os seus veementes apelos para ressurgir e manifestar-se.
Ocorre que ultimamente ando esbarrando nela a todo instante, do jeitinho que a deixei há quarenta e tantos anos atrás: extremamente tímida, sobressaltada, sem defesas para um mundo que lhe parecia por demais hostil e complicado.
De família numerosa, meus assoberbados pais não tinham tempo para entender a minha interna tragédia, tampouco para resgatarem-me dos dramas que a minha criança resolveu sozinha e resolveu completamente errado.
Incorporei todos os rótulos que me deram nas minhas primeiras tentativas de convivência entre os humanos: desajeitada, limitada, mela-festa, esquisita.
Então a minha criança entendeu que para merecer fazer parte da vida e receber um mínimo de carinho e aceitação, era preciso fazer coisas heróicas e grandiosas. Em cima desta idéia pautei toda a minha existência.
Tenho que dar um salto aqui - não interessa narrar os meus grandiosos e heróicos feitos - mas é preciso ressaltar sim, os desumanos sacrifícios despendidos nesta empreitada e para onde eles me levaram: depressões profundas e síndrome do pânico cujas sequelas ainda hoje se fazem sentir.
Às vezes me pergunto porque o "Supremo" não intercedeu por mim naquela época, mandando-me uma angélica criatura para lembrar-me que nada daquilo era preciso e que a despeito das minhas esquisitices, eu era merecedora de amor respeito e aceitação?
Esta narrativa fica pela metade, pois só agora começo a dar-me conta do tamanho e da gravidade do equívoco. Só agora estou disposta a romper a muralha de aço entre o meu eu adulto (e mal resolvido) e aquela criança que não me permiti ser e que agora explode à minha revelia, não aceitando mais o porão escuro onde a trancafiei por tantos anos.
Espero que haja tempo para resgatá-la e deixá-la ser feliz pela primeira vez na vida, sem que nada ela tenha que fazer de sobre-humano, de heróico ou grandioso, de notório ou relevante.
Perdoa-me, minha criança!
Eu joguei duro demais com você por ignorância.
Liberto-a agora!
Esteja feliz!
Esteja em paz!

Divulgando o Blog da querida amiga Eliane Lacerda

Amigos e amigas do Blogspot.
Muitos já conhecem essa amiga poeta maravilhosa Eliane Lacerda.

Ela se ausentou por algum tempo da Blogosfera por perda de um ente querido,mas retornou a pleno vapor.
Não só escreve divinamente, em poemas e textos,mas expõe exatamente o que lhe passa na alma. 
Interessante é que ela não tinha seguidores,mas segue muitos. 
Agora já tem uma caixa de seguidores!Visitei e comprovei!
O espaço de Eliane é para expor seu magnífico trabalho realmente. 
E eu sempre divulgarei blogs de amigos que precisarem. 
Basta pedir nos comentários!
Convido_os a visitar o blog da amiga e comentar sempre,pois com a ausência temporária alguns deixaram de se deliciar com os posts dessa grande mulher guerreira e escritora!



Clique no link e chegue lá!





Beijos sabor carinho em todos e uma quarta feira abençoada para todos!

sábado, 29 de setembro de 2018

JÁ FUI SONHO...

Já fui sonho... projeto... feto...
Hoje, sou como o raiar de um novo dia!
O brotar de uma semente...
O desabrochar de uma flor!
Sou como uma doce melodia...
Com autor e partitura...
Só preciso que me "toquem" com ternura...
Para que eu possa ser gente!
Do bem, quero ser sempre contexto...
Não nasci para ser avesso!
Sou portador de sol...
Trago luz...
Alegria e esperança...
Afinal... Sou criança...
Imagem e semelhança de Jesus!